quinta-feira, 21 de maio de 2009
É tempo de mudança!
Porque mudar, às vezes, é preciso... querendo ou não.
Faz bem para a alma, nos fortalece.
E quem sabe assim, encontro o que tanto procuro (apesar de não saber exatamente o que procuro).
"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas,
que já tem a forma do nosso corpo,
e esquecer os nossos caminhos,
que nos levam sempre aos mesmos lugares.
É o tempo da travessia:
e, se não ousarmos fazê-la,
teremos ficado, para sempre,
à margem de nós mesmos."
[Fernando Pessoa]
Porque mudar, às vezes, é preciso... querendo ou não.
Faz bem para a alma, nos fortalece.
E quem sabe assim, encontro o que tanto procuro (apesar de não saber exatamente o que procuro).
"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas,
que já tem a forma do nosso corpo,
e esquecer os nossos caminhos,
que nos levam sempre aos mesmos lugares.
É o tempo da travessia:
e, se não ousarmos fazê-la,
teremos ficado, para sempre,
à margem de nós mesmos."
[Fernando Pessoa]
terça-feira, 5 de maio de 2009
Repudiando...
Eunápolis, Bahia 17 de Abril de 2009
Prezado Luís Inácio Lula da Silva,
Venho argumentar algumas contradições em determinadas instituições onde dizem que não tem uma organização preconceituosa, seja física, social ou racial. Sendo que se observarmos em que cargo estão os negros e quais seus salários? Muito embora, abaixo dos cargos e salários dos homens negros, estão as mulheres negras.
Seja em empresas, escolas, hospitais, novelas, inclusive a questão dos bairros. Normalmente, moram em periferias das grandes metrópoles. Onde encontramos a ausência de qualquer aparato estatal. Condições precárias de moradia e, uma intensa exploração do trabalho infantil e feminino.
Tendo uma relação com o passado, onde os escravos eram negros e os senhores brancos. Então, o que estamos vivendo além de uma escravidão nos dias atuais? Esses salários querem nos transparecer que a “coisa” realmente não mudou, a única diferença é que agora estamos em uma sociedade moderna, mas com pensamentos tão primitivos.
Exemplos são o que não faltam: falta de negros nos cargos superiores (presidência, diretorias, consulados, prefeituras entre outros). E ainda dizem que não vivemos em um país preconceituoso e, sempre que podem ressaltam que o nosso Brasil é mestiço. Será que podemos acreditar neles?
As cotas para negros é uma solução imediata para adiar a questão do racismo no Brasil. Antes dessas, o número de negros nas faculdades era inferior, mas graças elas vem aumentando a ingressar os negros nas faculdades. Mas, o óbvio seria que eles começassem a existir, já que é questionada a falta de conhecimentos. Porém, não é assim que acontece e, sabemos que enquanto não crescermos, continuará a ser esse país que não valoriza sua cultura.
Quando começaremos a mudar isso? Se continuarmos a acreditar nisso, onde iremos parar? Como podemos dizer que a maioria da população negra é pobre se não dermos oportunidades para que isso não aconteça? Isso deixa para o senhor responder. Agindo. A meu ver, acho que essa é à hora de usufruir um pouco da sociologia e deixar a filosofia de fora.
Atenciosamente, Andressa Alves,
estudante do Curso Integrado de Informática
do Instituto Federal da Bahia – Campus Eunápolis.
Prezado Luís Inácio Lula da Silva,
Venho argumentar algumas contradições em determinadas instituições onde dizem que não tem uma organização preconceituosa, seja física, social ou racial. Sendo que se observarmos em que cargo estão os negros e quais seus salários? Muito embora, abaixo dos cargos e salários dos homens negros, estão as mulheres negras.
Seja em empresas, escolas, hospitais, novelas, inclusive a questão dos bairros. Normalmente, moram em periferias das grandes metrópoles. Onde encontramos a ausência de qualquer aparato estatal. Condições precárias de moradia e, uma intensa exploração do trabalho infantil e feminino.
Tendo uma relação com o passado, onde os escravos eram negros e os senhores brancos. Então, o que estamos vivendo além de uma escravidão nos dias atuais? Esses salários querem nos transparecer que a “coisa” realmente não mudou, a única diferença é que agora estamos em uma sociedade moderna, mas com pensamentos tão primitivos.
Exemplos são o que não faltam: falta de negros nos cargos superiores (presidência, diretorias, consulados, prefeituras entre outros). E ainda dizem que não vivemos em um país preconceituoso e, sempre que podem ressaltam que o nosso Brasil é mestiço. Será que podemos acreditar neles?
As cotas para negros é uma solução imediata para adiar a questão do racismo no Brasil. Antes dessas, o número de negros nas faculdades era inferior, mas graças elas vem aumentando a ingressar os negros nas faculdades. Mas, o óbvio seria que eles começassem a existir, já que é questionada a falta de conhecimentos. Porém, não é assim que acontece e, sabemos que enquanto não crescermos, continuará a ser esse país que não valoriza sua cultura.
Quando começaremos a mudar isso? Se continuarmos a acreditar nisso, onde iremos parar? Como podemos dizer que a maioria da população negra é pobre se não dermos oportunidades para que isso não aconteça? Isso deixa para o senhor responder. Agindo. A meu ver, acho que essa é à hora de usufruir um pouco da sociologia e deixar a filosofia de fora.
Atenciosamente, Andressa Alves,
estudante do Curso Integrado de Informática
do Instituto Federal da Bahia – Campus Eunápolis.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Carolina
Chico Buarque/1967
Carolina
Nos seus olhos fundos
Guarda tanta dor
A dor de todo esse mundo
Eu já lhe expliquei que não vai dar
Seu pranto não vai nada mudar
Eu já convidei para dançar
É hora, já sei, de aproveitar
Lá fora, amor
Uma rosa nasceu
Todo mundo sambou
Uma estrela caiu
Eu bem que mostrei sorrindo
Pela janela, ói que lindo
Mas Carolina não viu
Carolina
Nos seus olhos tristes
Guarda tanto amor
O amor que já não existe
Eu bem que avisei, vai acabar
De tudo lhe dei para aceitar
Mil versos cantei pra lhe agradar
Agora não sei como explicar
Lá fora, amor
Uma rosa morreu
Uma festa acabou
Nosso barco partiu
Eu bem que mostrei a ela
O tempo passou na janela
Só Carolina não viu
Carolina
Nos seus olhos fundos
Guarda tanta dor
A dor de todo esse mundo
Eu já lhe expliquei que não vai dar
Seu pranto não vai nada mudar
Eu já convidei para dançar
É hora, já sei, de aproveitar
Lá fora, amor
Uma rosa nasceu
Todo mundo sambou
Uma estrela caiu
Eu bem que mostrei sorrindo
Pela janela, ói que lindo
Mas Carolina não viu
Carolina
Nos seus olhos tristes
Guarda tanto amor
O amor que já não existe
Eu bem que avisei, vai acabar
De tudo lhe dei para aceitar
Mil versos cantei pra lhe agradar
Agora não sei como explicar
Lá fora, amor
Uma rosa morreu
Uma festa acabou
Nosso barco partiu
Eu bem que mostrei a ela
O tempo passou na janela
Só Carolina não viu
João e Maria
Sivuca - Chico Buarque/1977
Agora eu era o herói
E o meu cavalo só falava inglês
A noiva do cowboy
Era você
Além das outras três
Eu enfrentava os batalhões
Os alemães e seus canhões
Guardava o meu bodoque
E ensaiava um rock
Para as matinês
Agora eu era o rei
Era o bedel e era também juiz
E pela minha lei
A gente era obrigada a ser feliz
E você era a princesa
Que eu fiz coroar
E era tão linda de se admirar
Que andava nua pelo meu país
Não, não fuja não
Finja que agora eu era o seu brinquedo
Eu era o seu pião
O seu bicho preferido
Sim, me dê a mão
A gente agora já não tinha medo
No tempo da maldade
Acho que a gente nem tinha nascido
Agora era fatal
Que o faz-de-conta terminasse assim
Pra lá deste quintal
Era uma noite que não tem mais fim
Pois você sumiu no mundo
Sem me avisar
E agora eu era um louco a perguntar
O que é que a vida vai fazer de mim
Agora eu era o herói
E o meu cavalo só falava inglês
A noiva do cowboy
Era você
Além das outras três
Eu enfrentava os batalhões
Os alemães e seus canhões
Guardava o meu bodoque
E ensaiava um rock
Para as matinês
Agora eu era o rei
Era o bedel e era também juiz
E pela minha lei
A gente era obrigada a ser feliz
E você era a princesa
Que eu fiz coroar
E era tão linda de se admirar
Que andava nua pelo meu país
Não, não fuja não
Finja que agora eu era o seu brinquedo
Eu era o seu pião
O seu bicho preferido
Sim, me dê a mão
A gente agora já não tinha medo
No tempo da maldade
Acho que a gente nem tinha nascido
Agora era fatal
Que o faz-de-conta terminasse assim
Pra lá deste quintal
Era uma noite que não tem mais fim
Pois você sumiu no mundo
Sem me avisar
E agora eu era um louco a perguntar
O que é que a vida vai fazer de mim
sexta-feira, 27 de março de 2009
Esperança para o Câncer
23/03/2009
Erva daninha pode ser esperança contra o câncer
Pesquisadores da Univali descobriram capacidade antitumoral na planta
Itajaí – A erva-de-são-simão, (Vermonia Scorpiodes), espécie comum no Brasil e tida como erva daninha frequentemente em pastagens, terrenos baldios e beira de estradas, pode ser uma nova esperança no combate ao câncer.
Pesquisadores do programa de Mestrado em Ciências Farmacêuticas da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), divulgaram relatório em que apontam que compostos isolados da planta demonstraram capacidade de destruir células de melanoma e adenocarcioma característicos de vários agentes antitumorais.
Os extratos e frações da planta demonstraram possuir atividade seletiva, sendo cicotóxicos apenas para células tumorais, apresentando, inclusive, efeito estimulador sobre as células de defesa em testes realizados com camundongos.
"Os resultados são importantes na busca por agentes antitumorais, que somados ao estimulo ao sistema imune auxilia no combate a doença", diz Tania Mari Belle Bresolin, coordenadora do Mestrado em Ciências Farmacêuticas da Univali.
Os pesquisadores alertaram para o risco do uso indiscriminado da planta que, devido a sua toxidade, pode ter efeitos nocivos: “Alguns compostos isolados da planta afetam, também, células não-tumorais. Os estudos são preliminares e ainda são necessários testes complementares para garantir a efetividade e segurança do uso da planta", diz Tania.
Eles esperam que, a divulgação dos resultados preliminares, desperte o interesse de investimentos na pesquisa por parte da indústria farmacêutica. "A planta estava sendo pesquisada há seis anos. É a continuidade dos estudos que permitirá a identificação dos agentes imunoestimuladores e quimioterápicos", completa a pesquisadora.
Mais informações: (47) 3341-7932, com Tania Mari Bellé Bresolin, coordenadora do Mestrado em Ciências Farmacêuticas da Univali.
Erva daninha pode ser esperança contra o câncer
Pesquisadores da Univali descobriram capacidade antitumoral na planta
Itajaí – A erva-de-são-simão, (Vermonia Scorpiodes), espécie comum no Brasil e tida como erva daninha frequentemente em pastagens, terrenos baldios e beira de estradas, pode ser uma nova esperança no combate ao câncer.
Pesquisadores do programa de Mestrado em Ciências Farmacêuticas da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), divulgaram relatório em que apontam que compostos isolados da planta demonstraram capacidade de destruir células de melanoma e adenocarcioma característicos de vários agentes antitumorais.
Os extratos e frações da planta demonstraram possuir atividade seletiva, sendo cicotóxicos apenas para células tumorais, apresentando, inclusive, efeito estimulador sobre as células de defesa em testes realizados com camundongos.
"Os resultados são importantes na busca por agentes antitumorais, que somados ao estimulo ao sistema imune auxilia no combate a doença", diz Tania Mari Belle Bresolin, coordenadora do Mestrado em Ciências Farmacêuticas da Univali.
Os pesquisadores alertaram para o risco do uso indiscriminado da planta que, devido a sua toxidade, pode ter efeitos nocivos: “Alguns compostos isolados da planta afetam, também, células não-tumorais. Os estudos são preliminares e ainda são necessários testes complementares para garantir a efetividade e segurança do uso da planta", diz Tania.
Eles esperam que, a divulgação dos resultados preliminares, desperte o interesse de investimentos na pesquisa por parte da indústria farmacêutica. "A planta estava sendo pesquisada há seis anos. É a continuidade dos estudos que permitirá a identificação dos agentes imunoestimuladores e quimioterápicos", completa a pesquisadora.
Mais informações: (47) 3341-7932, com Tania Mari Bellé Bresolin, coordenadora do Mestrado em Ciências Farmacêuticas da Univali.
quinta-feira, 26 de março de 2009
Haddad vai ao Senado e explica avaliações
(Terça-feira, 27 de fevereiro de 2007 - 13:09)
A convite da Comissão de Educação do Senado, o ministro da Educação, Fernando Haddad, reforçou, nesta terça-feira, 27, a importância dos dados divulgados pelo MEC sobre o desempenho dos estudantes no ensino básico. O ministro explicou aos senadores como funciona a análise das informações do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Ele afirmou que a sistemática de cada avaliação funciona de maneira distinta. “Os dados do Saeb podem ser comparados de uma edição para outra, ao contrário do Enem, que tem provas com níveis de dificuldade diferentes de um ano para outro.”
Segundo o Saeb, a partir de 2001 houve avanço no desempenho dos alunos da 4ª série e permanência de queda no aproveitamento da 8ª série do ensino fundamental e 3º ano do ensino médio. Em 2001, a nota obtida pelos estudantes em português foi de 165,1 e, em 2005, a média subiu para 172,3. Já em matemática, o desempenho aumentou de 176,3, em 2001, para 182,4, em 2005. “A melhoria do desempenho na 4ª série ainda não pode ser comemorada porque o movimento de melhora deve ser confirmado entre esses mesmos alunos na próxima edição do Saeb, este ano”, alertou Haddad.
Em relação ao Enem, o ministro disse que a comparação depois da divulgação dos dados sobre o desempenho dos alunos entre 2005 e 2006 foi tecnicamente equivocada. “O próximo exame pode ter uma prova mais fácil e melhorar as notas dos estudantes, mas isso não significa que o desempenho deles terá melhorado em relação ao ano anterior”, falou. Haddad exemplificou a afirmação citando o caso da escola de Teresina, que teve a melhor nota do Enem 2006, com 74 pontos. No exame anterior, a mesma instituição obteve uma nota maior e não ficou entre as primeiras colocadas do País.
Tempo integral — Questionado pelo senador Garibaldi Alves (PMDB-RN) sobre a escola em tempo integral, o ministro disse que é preciso resolver questões pendentes antes de implantar instituições públicas de tempo integral. “Precisamos resolver questões como o caso de escolas que têm três turnos, incluindo o chamado 'turno da fome', entre 11h e 15h. Temos que honrar uma agenda que está atrasadíssima, que é a escola de quatro horas”, declarou. Fernando Haddad citou uma pesquisa do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC) sobre a importância da educação infantil para todo o ciclo da educação básica: crianças que fizeram a pré-escola têm mais chances de concluir o ensino médio do que estudantes que não tiveram a educação infantil.
Engajamento social — Haddad lembrou a importância do engajamento da sociedade para melhorar a qualidade da educação básica. Segundo ele, é necessário uma participação maior da população, já que este nível de ensino atende a 42 milhões de alunos e dois milhões de professores. O presidente da comissão, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), concordou com o ministro. “A qualidade da educação deve ser implementada a partir de uma revolução e incorporada no cotidiano da população”, enfatizou o senador.
Flavia Nery
A convite da Comissão de Educação do Senado, o ministro da Educação, Fernando Haddad, reforçou, nesta terça-feira, 27, a importância dos dados divulgados pelo MEC sobre o desempenho dos estudantes no ensino básico. O ministro explicou aos senadores como funciona a análise das informações do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Ele afirmou que a sistemática de cada avaliação funciona de maneira distinta. “Os dados do Saeb podem ser comparados de uma edição para outra, ao contrário do Enem, que tem provas com níveis de dificuldade diferentes de um ano para outro.”
Segundo o Saeb, a partir de 2001 houve avanço no desempenho dos alunos da 4ª série e permanência de queda no aproveitamento da 8ª série do ensino fundamental e 3º ano do ensino médio. Em 2001, a nota obtida pelos estudantes em português foi de 165,1 e, em 2005, a média subiu para 172,3. Já em matemática, o desempenho aumentou de 176,3, em 2001, para 182,4, em 2005. “A melhoria do desempenho na 4ª série ainda não pode ser comemorada porque o movimento de melhora deve ser confirmado entre esses mesmos alunos na próxima edição do Saeb, este ano”, alertou Haddad.
Em relação ao Enem, o ministro disse que a comparação depois da divulgação dos dados sobre o desempenho dos alunos entre 2005 e 2006 foi tecnicamente equivocada. “O próximo exame pode ter uma prova mais fácil e melhorar as notas dos estudantes, mas isso não significa que o desempenho deles terá melhorado em relação ao ano anterior”, falou. Haddad exemplificou a afirmação citando o caso da escola de Teresina, que teve a melhor nota do Enem 2006, com 74 pontos. No exame anterior, a mesma instituição obteve uma nota maior e não ficou entre as primeiras colocadas do País.
Tempo integral — Questionado pelo senador Garibaldi Alves (PMDB-RN) sobre a escola em tempo integral, o ministro disse que é preciso resolver questões pendentes antes de implantar instituições públicas de tempo integral. “Precisamos resolver questões como o caso de escolas que têm três turnos, incluindo o chamado 'turno da fome', entre 11h e 15h. Temos que honrar uma agenda que está atrasadíssima, que é a escola de quatro horas”, declarou. Fernando Haddad citou uma pesquisa do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC) sobre a importância da educação infantil para todo o ciclo da educação básica: crianças que fizeram a pré-escola têm mais chances de concluir o ensino médio do que estudantes que não tiveram a educação infantil.
Engajamento social — Haddad lembrou a importância do engajamento da sociedade para melhorar a qualidade da educação básica. Segundo ele, é necessário uma participação maior da população, já que este nível de ensino atende a 42 milhões de alunos e dois milhões de professores. O presidente da comissão, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), concordou com o ministro. “A qualidade da educação deve ser implementada a partir de uma revolução e incorporada no cotidiano da população”, enfatizou o senador.
Flavia Nery
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